segunda-feira, 29 de outubro de 2018

FANTOCHES DE COLHER DE PAU





A colher de pau, aquele utensílio de cozinha, também pode se transformar em fantoches.
Além de ser fácil de fazer, as crianças podem participar de sua confecção e tem baixo custo.   
Importante aliado na Educação Infantil, o teatro de fantoches é um recurso que alia entretenimento e educação.
Os fantoches ajudam também na construção da identidade da criança.
O fantoche é um objeto inanimado que ganha vida com a ação do manipulador (Costa & Baganha, 1989).
Em seu livro sobre o teatro de fantoches e a infância, Leenhardt observa que o fantoche é um recurso de expressão libertador, é muito rico para o desenvolvimento das competências sociais. Pois a atividade com fantoches possibilita uma fonte de enriquecimento da linguagem da criança, através do diálogo dos bonecos; da precisão do seu gesto e do seu poder evocador, através da animação; da sua atividade manual.

Bibliografia:
Leenhardt, P. (1974). A Criança e a Expressão Dramática. Lisboa: Editoral Estampa.
Costa, I. A., & Baganha, F. (1989). O Fantoche Que Ajuda A Crescer. Porto: Edições ASA.

sábado, 8 de setembro de 2018

A brincadeira na hora do recreio

Por Christiane Angelotti

O que há de tão especial na hora do recreio? Não é preciso pensar muito para responder, a resposta dada pelas próprias crianças é quase sempre a mesma: o brincar. O brincar livre, espontâneo, que promove socialização, diversão, criação.

No recreio as crianças relaxam da rotina de sala de aula, interagem livremente com os amigos e ainda comem algum lanche gostoso. Muitas vezes é o único momento na escola em que elas podem fazer suas próprias escolhas: do que e como vão brincar, de quem irão se aproximar, entre ouras. 

O recreio é um momento significativo na vida da criança e por isso deveria ser tratado com mais atenção. A escola é também um lugar de socialização e promover esse tempo, ter atenção e ensinar a criança e o jovem a lidar com conflitos também é tarefa da comunidade escolar. Além dos eventuais conflitos que podem acontecer e serem evidenciados na hora do recreio, há também o isolamento de alguns alunos que, seja por timidez ou por sofrerem bullying, devem ser acompanhados de perto.


sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Educação infantil em foco — #9

 Apresentação de Christiane Angelotti

Durante o processo de aprendizagem da escrita, o trabalho com objetos significativos para a criança contribuirá para o desenvolvimento da alfabetização. Quando a criança  percebe que os textos estão ligados a assuntos de seu cotidiano, seu interesse é estimulado, pois entende que a língua escrita tem significado em sua realidade imediata.

Dando continuidade à sua coluna em nosso site, Lauri Cericato compartilha mais algumas dicas práticas e simples para que você possa propiciar um ambiente alfabetizador também em casa.

Por Lauri Cericato
Educador, consultor, palestrante e diretor editorial

35. Leia para ele desde bebê, com entonação e emoção. Leia mais de uma vez o mesmo livro. Isso é importante para a criança começar a recontar aquela história depois, no papel de leitora, passando as páginas do livro corretamente.

36. Faça da leitura um momento de prazer – com suco e pipoca, por exemplo.

37. Estimule à escrita. Faça os convites de aniversário com ele desde o primeiro ano, mostrando onde colocar o nome dele, o nome do convidado, o local, a hora, a data.

38. Escreva cartões de presentes ou de agradecimento com seu filho.

Se tiver dúvidas, mande suas perguntas para o email:
paraeducar.contato@gmail.com.

Lauri Cericato
Pai, educador, editor, consultor e palestrante na área de Educação.
Filósofo, Historiador e Pedagogo.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Livro tem idade?

Por Dolores Prades

interesse sobre Livros sem idade tem sido recorrente entre as solicitações de leitores da Revista Emília. A preocupação com as questões em torno das idades no livro para crianças e jovens está no ar, não resta dúvida.

É  natural que, com a intensificação da reflexão sobre o livro infantil e juvenil e sobre todos os temas em torno da formação de leitores, e a busca progressiva pela sua desinstrumentalização, algumas das práticas em uso, alguns rótulos passem finalmente a ser questionados. A mudança de critérios de valoração, do próprio entendimento do significado e abrangência do livro e do que seja esse leitor, implicam e pressionam para uma revisão de velhos procedimentos e praticas. 

quarta-feira, 13 de junho de 2018

A difícil e deliciosa relação de hoje entre pais e filhos


Por Vanessa Ratton

Quando eu fui mãe, aprendi o quanto é difícil exercer o papel. A relação entre pais e filhos tem mudado muito, assim como os valores sociais evoluíram, trazendo coisas boas e ruins. A forma como educamos nossas crianças tem uma importância muito grande no comportamento social de toda uma geração. Cada um de nós é responsável pelo ser humano que gerou e seu comportamento refletirá na sociedade futura. Não é culpa apenas da política, da economia ou da cultura se algo der errado, e principalmente, de nossos pais! É preciso ter diálogo em casa e isso dá um trabalho danado, porque diferente da discussão, que quer impor a sua verdade. O diálogo pressupõe ouvir o outro, se colocar no lugar dele, entender suas necessidades e fazer com que ele lhe ouça também e entenda as suas. E isso não quer dizer que tudo ficará um paraíso.